Que saudade daquele morro....
Daquela terra fria....
Dos trabalhadores da madrugada....
Os chamados bóias-frias...
Que saudade daquele morro...
Que me viu adolescer...
Saudades de vc, morrinho querido...
Onde via o sol nascer!
Saudade daquele tempo simples...
Onde pude conhecer o Humano-Ser...
Onde meu caráter se formou....e aprendi a viver...
Saudade de você, morrinho querido...
Dos batuques de Umbanda.... da alegria do Samba...
Que nos arrebaldes eram ouvidos, e até hoje me encanta (m)...!
(Em homenagem à Travessa Olívia Cabral, em São Gonçalo)
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